GTA V: Violência consumida por Cristãos!

Publicação: 21 de outubro de 2013

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Paz do Senhor Meus Queridos!

 

Amados, me chamem de legalista, já estou acostumado, mas gostaria de compartilhar uma preocupação minha com relação a alguns jogos eletrônicos consumidos por nossos jovens. Gostaria de exemplificar pelo jogo que está em maior evidência no momento o GTA V (GTA Cinco). Acrescento que minha preocupação foi redobrada, quando um gerente (não crente) procurou um rapaz da minha equipe de trabalho para buscar informações sobre este jogo – GTA V – pois o filho usou a mesada para comprar o jogo, e quando ele leu a sinopse na contra capa ficou bem assustado.

 

Amados, se alguém não cristão está preocupado o que devemos fazer? É fato que não tenho conhecimento técnico do jogo em si, principalmente quanto ao seu funcionamento e lógica de “quem ganha” ou “quem perde”, mas não é preciso ter experiência para levantar algumas questões, logo após ler a sinopse do jogo:

 

Leia a sinopse, fonte: Me Gusta Games (Clique Aqui)

 

Em meio ao tumulto, três criminosos muito diferentes traçam suas próprias chances de sobrevivência e sucesso: Franklin, um traficante de rua à procura de oportunidades reais e dinheiro sério, Michael, um profissional e ex-presidiário, cuja aposentadoria é muito menos optimista do que ele esperava que fosse e Trevor, um maníaco violento impulsionado pela possibilidade de obter sucesso e dinheiro fácil. Ficando sem opções, a equipe arrisca tudo em uma série de assaltos ousados ​​e perigosos que podem configurá-los para a vida.

 

Então amados:

 

- Você quer que seu filho emule a utilização de drogas?

- Você quer que seu filho roube carros?

- Você quer que seu filho tenha contato a palavrões pesados?

- Você quer que seu filho saia com prostitutas?

- Você quer ver seu filho atropelando pessoas?

 

E coloque nesta lista – sem exceção – todos os tipos de crimes e ainda não alcançará a infinidade de possibilidades criminosas que o jogo GTA possibilita para o jogador.

 

Amados, estes são exemplos. É fato que é “apenas um jogo“, porém não me sentiria confortável com meu filho consumindo este tipo de produto, mesmo sendo “apenas” um jogo que emula a vida de crimes usando um personagem fictício.

 

Os irmãos que estiverem na faixa de 30 a 40 anos, e tiveram acesso ao vídeo game Atari devem lembrar-se do jogo X-MAM, que simulava cenas de sexo. Mesmo meu pai não sendo evangélico, este jogo era proibido na minha casa.

 

Também sou contra “demonizações”. Isso dá uma abertura desnecessária à discórdia social e no caso de pais e filhos, cria um mal estar que julgo também ser desnecessário. Salvo casos extremos, sou a favor do bate papo. Mas amados, não tenho poder nenhum sobre o que um pai e uma mãe decidem ser saudável para seus filhos. Porém, acredito ser no mínimo complicado crianças, adolescentes e jovens cristãos que prezem – ou dizem prezar – pelo bem, consumir este tipo de produto. Entendo que existe apenas uma troca, onde o desejo de vivenciar aquela situação e na impossibilidade de fazê-lo, utiliza-se o modo virtual.

 

Um dia destes estava brincando com a minha filha, com o jogo Street Fighter – jogo de luta – não demorou em sentir que não estava correto. Imediatamente troquei para um jogo de carros, com paisagens e muita cor. Nos divertimos bastante. É coisa de saudosista, as vezes não cabe, talvez na época faltou alguém para alertar – Cara, isso aí é porradaria gratuita!

 

Sou pai de primeira viagem (ou viajem), mas tenho me esforçado em aprender, então resolvi compartilhar esta preocupação com todos. Tenho muito contato com adolescentes na igreja, e sei que alguns já jogaram o GTA, e sinceramente fiquei chateado.

 

Colocarei um link com informações sobre o jogo, mas adianto que a sigla GTA significa Grand Theft Auto, em uma tradução livre “Roubo Qualificado de Carro”. A sigla GTA é utilizada pela justiça americana para designar este tipo de infração.

 

Gostaria de sugerir aos irmãos, que observem de perto o que seus filhos estão consumindo e adianto que, os adolescentes que participam dos trabalhos onde eu estou como responsável direto – e quando consultado sobre estes jogos – serão desencorajados a consumir jogos violentos ou que incitem emulação de “avatares” de ladrões, traficantes, prostitutas e qualquer personagem que tenha uma vida que não se enquadre nos ensinamentos bíblicos.

 

Para finalizar, perguntei a uma game maníaco se ele deixaria seu filho jogar GTA V, e mesmo sendo não crente ele disse: isso não é jogo para criança.

 

Links recomendados:

Mais informações sobre GTA V: (Clique Aqui)

O que seu filho esta vendo? (Clique Aqui)

Teologia do Boné (Clique Aqui)

 

Boa Semana

 

O Capitão

@sigaocapitao

 

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Este artigo tem: 2 Comentários

  1. Made disse:

    Excelente artigo. Concordo plenamente. Acho que que o GTA, assim como CALL of DUTY e tantos outros, não servem para crianças. Aliás, o que são os jogos da atualidade? Violência gratuita e banal, nada além disso. Foi-se a época em que jogos serviam para despertar o aspecto cognitivo das crianças, foi-se o tempo em que os valores eram outros. E assistimos todos os dias na tv, algum psicopata, ou assassino, ou qualquer criminoso dizer que pratica esses jogos. Muitas são as influências negativas que eles exercem sobre crianças e adolescentes, tais influências que podem vir a comprometer o caráter do indivíduo futuramente. Não somente os cristãos mas, toda sociedade deve ficar atenta a esse tipo de “controle” mental exercido pelo fascínio da violência. Já joguei também e, achei péssimo. Muita selvageria injustificada, muita agressão, enfim, nada de útil. Ainda sou do “tempo” em que uma boa leitura, uma boa conversa com os amigos, era diversão de qualidade. Vamos torcer para que esse modismo “virtual” seja apenas uma tendência e que, não comprometa o caráter dos jovens.

  2. [O CAPITÃO] disse:

    Made, concordo plenamente. Mas para deixar bem claro, eu não gosto de demonizar as coisas, do tipo que diz que TV, videogame, política é do capeta. Eu adoraria que fosse assim, seria muito mais fácil de administrar, mas devemos sim usar com sabedoria.

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